1. Introdução
A partir da década de 90 houve uma expressiva mudança na política de
informática do país, devido ao processo de abertura econômica que exigiu uma
total reestruturação no ambiente para incentivar a atração de
investimentos externos e o estabelecimento de parcerias. Sendo assim, desencadeou-se o redesenho do
modelo produtivo local que pudesse atender a exigência de se criar um ambiente de atratividade
de capital externo. As primeiras ações do governo se concentraram na
redução das alíquotas de importação para diversos itens,
até a sanção da Lei nº 8.428/91 de incentivos fiscais em
informática, que só foi regulamentada em 1993. (MCT, 2008).
O software é um dos produtos das atividades do setor de informática, assim
como o hardware, produtos de microeletrônica, bens de informática e
automação. Quanto às políticas destinadas especificadamente a este setor
pode-se destacar a Política Industrial Tecnológica e de Comércio Exterior
– PITCE – documento publicado em 2003 pelo Governo Federal. Esta política
considera o software como um das opções estratégicas para áreas
consideradas intensivas em conhecimento. Isto se deve, principalmente, ao fato de que a
indústria de software é um dos setores que apresenta um dinamismo crescente e
sustentável, abre novas oportunidades de negócio e está relacionado diretamente
com a inovação de processos, produtos e formas de uso.
Destaca-se, nesse sentido, a
importância do papel das políticas governamentais na promoção do setor de
software, bem como para o desenvolvimento dos arranjos produtivos locais (APLs). Segundo
Santos, Diniz e Barbosa (2006) o governo pode assumir algumas funções como: suportar o
crescimento dos APLs através da promoção da infra-estrutura adequada; colaborar
no ensino e treinamento de mão-de-obra; incentivar atividades e centros de pesquisa e
desenvolvimento; oferecer serviços não disponíveis anteriormente nos APLs e
financiar investimentos cooperativos permitindo que os empresários alcancem escalas
não acessíveis individualmente; fazer investimentos públicos que produzam
externalidades importantes para o APL e que por falta de lucratividade não são
viáveis para os empresários.
No intuito de analisar o desenvolvimento da aglomeração produtiva de software de
Curitiba/PR quanto ao papel das políticas públicas, este estudo apresenta as
principais políticas federais, estaduais e municipais destinadas a este setor. Tais
políticas caracterizam-se de leis, decretos, projetos, programas que foram destacados para se
analisar a influência que exerceram e ainda exercem na consolidação de um APL.
A pesquisa realizada indica que as políticas federais são orientadas ao desenvolvimento
do setor de software, principalmente, por meio de leis e programas contínuos que
podem ser específicos às atividades de software ou que abrangem o setor de
informática como um todo. As principais ações são destinadas à
concessão de benefícios fiscais, subvenção econômica e apoio
às atividades de exportação. Já as políticas estaduais e
municipais se concentram em incentivos fiscais e tributários, destacando-se a
criação do Parque de Software no município de Curitiba que
dispõe sobre incentivos fiscais para empresas que desenvolvem programas de software,
instaladas nesta região.
2. Sistemas Locais de Inovação
Na análise sobre sistemas nacionais de inovação é importante considerar a
história para entendimento da diversidade entre esses sistemas, sendo esta diversidade o
resultado de diferentes combinações de suas características. Neste estudo
predomina a discussão sobre a formação dos sistemas locais de
inovação.
López e Lugones (1998) afirmam que o estudo sobre a formação e a dinâmica
existente nos sistemas locais de inovação torna-se mais complexo quando se pensa no
peso da globalização sobre as trajetórias de desenvolvimento e as
relações que se constituem entre o “global” e o “local”. Nesse
sentido, Diniz (2000) ressalta que para se manter competitivo em um mundo cada vez mais globalizado,
por um lado, e mais regionalizado, por outro; o aumento do conteúdo de conhecimento
científico e tecnológico nos bens e serviços traz um novo desafio para os
países e regiões, localidades, empresas ou sociedades, no sentido da
capacitação científica e tecnológica como
pré-condição para o sucesso produtivo e comercial.
Neste ínterim, a dimensão local-espacial do processo de inovação
consolida-se através do fortalecimento interativo, visando garantir maior competitividade. De
acordo com Asheim e Cooke (apud DINIZ, 2000), na visão de que o conhecimento e o aprendizado
constituem o recurso e a forma mais importante para a inovação e a
competição, a interação local torna-se central. Sendo assim, a
distância geográfica, acessibilidade, aglomeração e a presença de
externalidades provêem uma poderosa influência nos fluxos de conhecimento, aprendizado e
inovação e sua interação exerce papel central.
Entender a lógica de construção dos sistemas produtivos locais remete a estudos
de Marshall (apud LASTRES et al., 1998) que utilizou o termo distritos industriais para definir uma
concentração de pequenas empresas, em determinado espaço geográfico,
produzindo produtos específicos com eficiência e competitividade. Torna-se
também importante considerar o sucesso dos arranjos locais da região da Terceira
Itália, onde empresas localizadas em pequenas cidades eram especializadas na
produção de itens de setores industriais tradicionais. Ressalta-se dentre as
características importantes desses arranjos a importância da proximidade territorial, a
identidade territorial gerada e o processo de aprendizagem coletiva. A experiência da
região da Terceira Itália estimulou pesquisas em outros países como Alemanha
(Baden-Württemberg), Dinamarca (Jutland), e nos EUA (Vale do Sicilio e Route 128), que
possuíam formatos semelhantes ao arranjo italiano. (LASTRES et al., 1998).
No Brasil, utiliza-se o conceito de Arranjo Produtivo Local (APL), o qual foi influenciado por duas
experiências históricas: a de distritos industriais italianos e do Vale do
Silício, ambos relacionados à idéia de aglomerações de
empresas. (SANTOS; DINIZ; BARBOSA, 2006).
Sob a perspectiva de aglomerações de empresas sustentada por PORTER (1999), a
localização afeta a vantagem competitiva por meio da influência sobre a
produtividade e, em especial, sobre o crescimento da produtividade dos aglomerados. A produtividade
e a prosperidade de uma localidade estão relacionadas à maneira pela qual se
desenvolve a competição. A rivalidade entre os competidores locais exerce um forte
efeito estimulante, já que existe uma facilidade de comparação constante entre
eles, e ainda devido ao fato de que os rivais de uma mesma localidade enfrentam circunstâncias
gerais semelhantes.
O papel do governo no desenvolvimento e sustentação dos aglomerados é ressaltado
por Porter (1999). O autor cita cinco papéis principais do governo em relação
aos aglomerados: assegurar a estabilidade macroeconômica e política, através do
desenvolvimento de instituições sólidas, políticas macroeconômicas
sensatas, bem como prudência nas finanças públicas e baixo nível de
inflação; melhorar a capacidade microeconômica geral da economia, por meio do
aumento da eficiência e da qualidade dos insumos básicos, e do fomento às
instituições que fornecem esses insumos à empresa; definir regras
microeconômicas gerais e criar incentivos que regulem a competição incentivando
o crescimento da produtividade; promover o desenvolvimento e aprimoramento dos aglomerados, sem
preferências; e desenvolver e implementar um programa de ação econômica em
longo prazo que mobilize o governo, empresas, instituições e os cidadãos
visando melhorar o ambiente geral dos negócios e o conjunto de aglomerados locais.
Segundo definição proposta pela RedeSist, os arranjos produtivos locais são
aglomerações territoriais de agentes econômicos, políticos e sociais, com
foco em um conjunto específico de atividades econômicas (CASSIOLATO e LASTRES, 2003). O
que diferencia o arranjo produtivo de outras aglomerações é a importância
da cooperação e, como característica fundamental, a presença de pequenas
ou médias empresas concentradas espacialmente em alguns dos elos de uma cadeia produtiva. No
entanto, há dificuldade de se conceituar os APLs a partir da cooperação, pois
nem sempre é possível identificar o nível de formalidade em que essa
é estabelecida. Além disso, aglomerações como os complexos
petroquímicos possuem elevada cooperação interna, mas nem por isso são
chamadas de APL. (SANTOS; DINIZ e BARBOSA, 2006).
Uma explicação para o fato de que nem todos os tipos de concentração
possam ser denominados de APLs se justifica pelo fato de que: os primeiros eram marcados pela
cooperação entre as firmas e pela presença de pequenas e médias
empresas, mas não podiam ser denominados APLs já que grande parte das
aglomerações de pequenas empresas tradicionais possui algum nível de
cooperação, mesmo que informal; o Vale do Silício, sua competitividade e
inovatividade não se explica somente pela sua cooperação multilateral e por
características locacionais especiais do APL, mas sim, por características
intrínsecas do setor de alta tecnologia. (SANTOS; DINIZ; BARBOSA, 2006).
Nos APLs a cooperação deve ser amplamente explorada para que os benefícios
decorrentes dela sejam usufruídos. De acordo com Torres, Almeida e Tatsch (2004), o papel do
conhecimento na dinâmica econômica tem sido cada vez mais estudado nos últimos
anos. A forma pela qual cada agente econômico adquire e desenvolve seu conjunto de
capacitações ocorre por meio do acúmulo de conhecimento. Já o
aprendizado é o veículo de geração e difusão do conhecimento,
sendo a aquisição de conhecimento fundamentalmente baseada na cooperação
que ocorre através de diferentes formas de interação.
O processo de aprendizado é considerado uma das formas de os agentes que compõem um APL
gerarem conhecimento e manterem-se no mercado. Lundvall e Johnson (apud Torres, Almeida e
Tatsch, 2004) propuseram uma diferenciação entre as formas de conhecimento que
são essenciais à economia baseada no conhecimento: know-what (conhecimento
acerca dos fatos), know why (conhecimento científico das leis da natureza),
know-how (expertise ou capacitação de fazer algo) e know-who (saber
o quê fazer e como fazer). Sendo assim, Know-what e know-why podem ser
considerados como os conhecimentos decodificáveis em informação. Já o
know-how e know-who referem-se aos conhecimentos essencialmente tácitos.
Segundo Guimarães (2005, p. 19) de acordo com o tipo de conhecimento surgem distintos
mecanismos de aprendizagem. Sendo que cada tipo de conhecimento acarreta em um modo diferente de
aprendizagem. O conhecimento tácito refere-se ao que não pode explicitado formalmente,
nem facilmente transferido. Nesse conhecimento implícito está o entendimento sobre o
processo produtivo que não está disponível nos manuais, os saberes gerais
comportamentais, as formas de solução de problemas não codificados e a
capacidade de estabelecer vínculos entre situações e interagir com outras
pessoas. Já o conhecimento codificado pode ser expresso por códigos, através de
escritos, números, gráficos, sons, entre outros. É formalizado e estruturado,
sendo manipulado como informação.
No enfoque dos sistemas locais de inovação, sugere-se que a facilidade dos agentes em
produzir e compartilhar conhecimento tácito depende da proximidade espacial ou de afinidades
culturais, tornando importante especificamente a proximidade institucional na qual o
compartilhamento de valores, expectativas, rotinas, normas e convenções resultam na
experiência comum moldada pelas instituições (GERTLER apud CAMPOS et al., 2002).
De uma forma geral, verifica-se que os processos de aprendizagem no interior de um APL são
baseados na realização de esforços conjuntos. De acordo com Brito (2004)
há um conjunto de informações e conhecimentos que são repartidos e
socializados entre os membros de um APL, possibilitando a difusão
“epidêmica” de inovações, seja devido à proximidade espacial,
seja em razão do intercâmbio sistemático de informações entre
eles.
3. Políticas de Inovação
No Brasil, a aproximação de ciência como fonte de oportunidades
estratégicas é vista a partir da década de 90 com ampliação de
políticas de C& T, principalmente voltadas à cooperação entre
universidades/instituições de pesquisa e empresas para o desenvolvimento de atividades
de pesquisa e desenvolvimento. (MACULAN; ZOUAIN, 1997).
A partir da década de 90 é que as políticas de C&T&I são
orientadas a propiciar maior competitividade às empresas brasileiras para concorrer com o
mercado mundial. Nas décadas anteriores prevalecia o regime fordista de
acumulação que assegurava o livre funcionamento da economia, sendo necessária a
intervenção do Estado apenas no curto prazo, via políticas de ajustamento de
mercado. A idéia e desenvolvimento local não era um fator prioritário,
pois o fordismo se preocupava fundamentalmente com o desenvolvimento e com o progresso da economia
mundial. O local era visto como um depositário de recursos, dando suporte para a economia
nacional. (POSSAS, 2002; ARIENTI, 2003).
Segundo Matias - Pereira (2004) o modelo de desenvolvimento adotado no Brasil, nas últimas
décadas, não criou as condições e estímulos para que as empresas
gerassem inovações tecnológicas, pois não havia um ambiente
propício para que a produção de ciência conseguisse interagir, num
nível adequado, com o setor produtivo.
Sendo assim, novas tendências têm influenciado as políticas de
promoção ao desenvolvimento industrial e tecnológico, mais evidentes a partir
dos anos 90. Segundo Cassiolato (1999) estas tendências se concentram:
- na importância do conhecimento e do aprendizado para o processo inovativo;
- no entendimento de que, dada a natureza sistêmica e interativa dos processos de
inovação e aprendizado, não há sentido em continuar promovendo
políticas que privilegiem apenas o lado da oferta ou da demanda de tecnologias;
- ênfase nas políticas a blocos agregados de desenvolvimento;
- internacionalização do desenvolvimento e utilização de tecnologias.
Lastres (1995) destaca que no plano específico da formulação de políticas
de C&T vêm adotando-se uma perspectiva sistêmica e evolucionária que busca
identificar oportunidades científicas e tecnológicas mais relevantes e considera a
capacidade de absorção das firmas e sociedade como um todo. Assim, os objetivos
principais da política para C&T nos países mais avançados têm se
concentrado em: identificar rapidamente oportunidades futuras; aumentar a velocidade na qual flui
através do sistema; difundir rapidamente as novas tecnologias e, aumentar a conectividade das
diferentes partes constituintes do sistema de C&T para acelerar o processo de aprendizado.
O que tem se destacado na perspectiva pós-fordismo é o entendimento de um processo de
inovação complexo (não-linear) e interativo, privilegiando uma abordagem
sistêmica do processo. De acordo com Cassiolato & Lastres (2003), na perspectiva
evolucionista de mudança tecnológica, inovação e aprendizado são
processos dependentes de interações e fortemente influenciados por contextos
econômicos, sociais e institucionais e políticos específicos.
Sendo assim, destacam-se as ações governamentais que permitam reforçar
todas as partes do sistema e sua interatividade, tais como: estímulo às iniciativas
empresariais de inovação e de absorção de novos conhecimentos
tecnológicos e ao aumento do gasto privado com atividades de P&D; fortalecimento das
instituições que fazem parte do sistema nacional de inovação e a
estruturação de uma base de políticas e de financiamento de prioridade para a
consolidação do sistema.
4. A indústria de Software
O mercado de software é complexo, pois abrange tanto os serviços como
produtos, sendo os últimos atípicos, pois têm um caráter
intangível, semelhante aos dos serviços. Os produtos podem ser ofertados de maneira
distinta a diferentes características de demanda como, por exemplo, a produção
de software para comercialização; software embarcado em hardware e
produção de software para uso na própria da empresa. (ROCHA 1998).
Nesse sentido, Roselino (2006) revela que as estatísticas relativas às atividades de
software são sempre passíveis de fragilidade, pois dependem das abordagens
assumidas, haja vista a natureza imaterial e intangível desse produto. Além disso, a
própria definição dos contornos da indústria é considerada tarefa
particularmente problemática.
Segundo Guimarães (2005) a indústria de software afeta vários segmentos
da atividade econômica, além de impactar na geração de vendas e empregos,
apresentar nível de inovação superior às demais indústrias.
Muitos países vêm apoiando as indústrias de software como forma de
aumentar sua capacidade produtiva e base de conhecimento, já as indústrias utilizam os
softwares para aumentar a produtividade. São cinco as características que
destacam a relevância da indústria de software: a) é um produto final
intangível; b) o software exige conhecimento acumulado, favorecendo o aprendizado e
a capacitação contínua na empresa, sendo que essa acumulação
passa a ser ponto estratégico na organização (Breschi e Malerba, 1997); c) a
vida útil do software é curta, por isso a indústria de
software é altamente inovativa (Breschi e Malerba, 1997); d) as indústrias de
software tendem à aglomeração em determinadas regiões, como,
por exemplo, o Vale do Silício e Seatle (EUA), Dublin (Irlanda) e Bangalore (Índia);
e) apesar de possuir grandes corporações na indústria de software, a
presença de micro e pequenas empresas representam grande parte do faturamento e dos empregos
nesta indústria.
O Brasil é o sétimo mercado de software no mundo, e desde 1995 vem crescendo a
uma taxa média anual de 11%, sendo a maior no setor de TI, três vezes maior que o de
hardware. Entre 1991 e 2001 a sua participação no mercado de TI cresceu em
2/3, já no PIB a participação do setor quase triplicou. Em 2001 a
distribuição das empresas de software no país estava concentrada nas
regiões sudeste (59%) e na região sul (22%), nestas regiões também
estão concentradas o volume comercializado – 72% e 11% respectivamente – e os
empregos gerados – 54% e 16% respectivamente. (SOFTEX, 2008).
Segundo estudo realizado por Sampaio (2006), com base nos dados da RAIS (Relação Anual
de Informações Sociais - ano 2004), o Paraná era o quinto estado brasileiro em
número de estabelecimentos que atuam no setor de software, e o décimo quanto
a empregos formais neste setor. O crescimento das atividades de software no
Paraná, principalmente na cidade de Curitiba, teve o apoio de uma rede de empresas de
softwares e serviços afins, além da “lei da informática”,
da instalação de um dos núcleos da Softex, do apoio da ANPROTEC
(Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores),
universidades, instituições de ensino superior, e outras instituições
que constituem o aparato institucional de apoio ao setor.
A cidade de Curitiba é capital do Estado do Paraná. De acordo com o IBGE (2008), no ano
de 2007, a estimativa populacional era de 1.797,408 de habitantes. A região metropolitana da
cidade é composta por 28 municípios. Curitiba é o quarto maior PIB brasileiro e
o maior da região sul, representando 1,39% das riquezas produzidas no país.
5. Metodologia
As técnicas utilizadas para o levantamento de dados sobre as políticas públicas
destinadas ao setor de software se concentraram na pesquisa documental e
bibliográfica em fontes secundárias, tais como: leis, decretos, projetos, programas e
sites institucionais. Conforme Gil (2005), a pesquisa documental vale-se de materiais que não
receberam ainda um tratamento analítico, ou que ainda podem ser reelaborados de acordo com os
objetos de pesquisa.
Desta forma, foram estudadas as principais ações do governo nos âmbitos federal,
estadual e municipal, por meio da análise das leis que beneficiam as empresas que realizam
atividades de software, bem como dos programas disponíveis para o desenvolvimento do
setor.
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