ISSN 0798 1015

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Vol. 38 (Nº 57) Ano 2017. Pág. 7

Chave de identificação de caracteres vegetativos do estrato arbóreo-arbustivo de um trecho na Zona Urbana no Norte do Piauí

Identification key of vegetative characters of the arboreal-shrub stratum of a stretch in the Urban Zone in the North of Piauí

Daniela Aguiar SANTOS 1; Jéssica ARAUJO 2; Ivanilza Moreira de ANDRADE 3; Jesus Rodrigues LEMOS 4

Recebido: 16/07/2017 • Aprovado: 15/08/2017


Conteúdo

1. Introdução

2. Material e Métodos

3. Resultados e Discussão

4. Conclusão

Referências bibliográficas


RESUMO:

A identificação de uma planta desconhecida consiste em determinar se a mesma é idêntica ou semelhante à outra planta previamente. Na maioria das chaves são utilizados caracteres reprodutivos, o que dificulta a identificação de espécies em qualquer época do ano. Com o objetivo de fornecer uma ferramenta para identificação de espécies nativas de um trecho na zona urbana no norte do Piauí, foi elaborada uma chave dicotômica para as espécies arbóreas e arbustivas utilizando caracteres morfológicos vegetativos. Foram amostradas 33 espécies pertencentes a 21 famílias.
Palavras chave: Planta estéril, Chave dicotômica, Florística.

ABSTRACT:

The identification of an unknown plant is to determine if it is identical or similar to the other plant previously. Most keys use reproductive characters, which makes it difficult to identify species at any time of the year. In order to provide a tool for the identification of native species of a stretch in the urban area in the north of Piauí, a dichotomous key was developed for tree and shrub species using vegetative morphological characters. A total of 33 species belonging to 21 families were sampled.
Keywords: Sterile plant, Dichotomous Key, Floristic

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1. Introdução

A identificação de uma planta desconhecida consiste em determinar se esta é idêntica ou semelhante a outra planta previamente conhecida (LAWRENCE, 1951). Para tanto, os sistematas utilizam várias ferramentas, dentre elas, a chave dicotômica, o tipo habitualmente convencional e mais aceitável de chave. Esta consiste de uma série de escolhas entre duas afirmações paralelas e mutuamente excludentes que conduz o usuário ao nome correto de um táxon, desde que se façam as escolhas corretas (JUDD et al., 2009).

As chaves dicotômicas sempre apresentam estrutura em diagrama de fuso, podendo ser organizadas de forma indentada ou paralela. O tipo de chave indentada tem a vantagem de agrupar os elementos semelhantes de tal maneira que podem ser apreendidos visualmente como grupos. Contudo, é evidente o exemplo supra que em chaves extensas deste tipo há um encurtamento e desvio das linhas para direita, acompanhado da resultante perda de economia de espaço de página. No tipo de chave emparelhada ou paralela, perdem-se as vantagens do formato indentado e, reciprocamente, são eliminadas as desvantagens, visto que no tipo de chaves emparelhadas não há oportunidade para agrupar, visualmente, conjuntos de alternativas com elementos que possuam um ou mais caracteres em comum. Neste tipo de formato, contudo, todas as alternativas têm aproximadamente o mesmo comprimento de linha, produzindo um máximo aproveitamento no espaço da página. Alguns autores que utilizam o segundo formato não desfazem as coplas alternantes e, em lugar disso, colocam-nas todas numa margem comum à esquerda da página.

Para a construção da chave de identificação utiliza principalmente caracteres reprodutivos, entretanto, deste tipo de caráter apresenta a desvantagem de dificultar a identificação fora do período de floração. Conforme Rejmanek e Brewer (2001) e Scatinga et al. (2010), a disposição de chave de identificação utilizando caracteres vegetativos proporciona uma forma de identificação rápida e prática, além de necessária, para o reconhecimento das plantas em campo em estudos de ecologia e conservação, bem como para outras áreas da ciência.

Chaves baseadas em caracteres vegetativos têm sido construídas para as plantas em diversas formações, tais como, para Mata Atlântica (VELOSO, 1945; VELOSO, 1946; BRAZ et al.,2004; URBANETZ et al., 2010), Cerrado (MANTOVANI et al., 1985, 1987; BATALHA et al.,1998), e para área de floresta estacional semidecidual secundária (ROSSI, 1994; BATALHA et al., 1999).

De acordo com Oliveira et al. (2007), as formações vegetais do Piauí vão desde as mais secas, como as caatingas, distribuídas a leste e sudeste; passando pelos carrascos em sua parte central e nordeste; seguidos dos cerrados em sua porção centro-norte e sudoeste.

Para formações vegetais presentes no estado do Piauí, entretanto, não existem, até o momento, chaves de identificação baseadas em caracteres vegetativos. Assim, objetivou-se com presente trabalho a elaboração de uma chave dicotômica do tipo paralela, baseada em caracteres vegetativos, para as espécies arbóreas e arbustivas de um trecho de vegetação no município de Parnaíba, Piauí, com intuito de fornecer um instrumento rápido e seguro para identificação de espécies nativas em qualquer estágio de desenvolvimento da planta, além de contribuir para o conhecimento da flora do Estado.

2. Material e Métodos

O trecho estudado, denominado localmente de “Carpina” (02º56’31,9”S - 41º43’ 13.3”O), possui 31 m de altitude, localizado na zona urbana do município de Parnaíba, norte do Piauí. Apresenta uma área aproximada de 600x300m (180m²) e pertence à Universidade Federal do Piauí-UFPI.

O município de Parnaíba (02º54’17”S - 41o46’36”O) está localizado na microrregião Litoral Piauiense compreendendo uma área irregular de 431 km² distando cerca de (318 km) de Teresina. Apresenta como limites norte o município de Ilha Grande e o oceano Atlântico, ao sul Buriti dos Lopes e Cocal, a leste Luís Correia e a oeste o estado do Maranhão. Apresenta temperaturas mínimas de 20ºC e máxima de 32ºC, com clima quente tropical e vegetação do tipo transição, fase caatinga hiperxerófila e/ou cerrado e/ou carrasco (Aguiar et al., 2004). Foram realizadas caminhadas aleatórias em toda a extensão da área, entre outubro de 2014 a julho de 2016 e coletados os espécimes vegetais na estação seca e chuvosa.

Os espécimes foram coletados e herborizados conforme as técnicas recomendadas por Haynes (1984). Foram coletados cinco ramos estéreis, floridos e/ou frutificados, anotando-se características normalmente perdidas no material herborizado, tais como hábito de crescimento, odores e colorações das folhas, presença de látex, dentre outras. Foram preenchidas fichas com os estados dos caracteres vegetativos para cada um dos indivíduos coletados. Outros caracteres, como presença de estruturas secretoras e de tricomas, foram analisados com lupas com aumento de até 20X.

Os espécimes foram separados pelo hábito de crescimento, o que permitiu uma identificação distinta entre arbusto e árvore baseado nos termos empregados por Martins (1993) e posteriormente, analisado cada ramo e seus caracteres, como folha simples e compostas, dentre outros, utilizando a terminologia segundo Radford et al.(1974), Harris e Harris (1994), Vidal e Vidal (2000) e Gonçalves e Lorenzi (2007). A chave foi elaborada em nível de família, conforme os caracteres vegetativos, apesar de pouca variação distinguindo os caracteres morfológicos, algumas plantas foram incluídas em mais de uma entrada na chave.

A chave dicotômica do tipo paralela foi elaborada por sua facilidade de uso e eficiência em áreas pequenas (REJMANEK e BREWER, 2001). É apresentada listagem das famílias com nome das espécies, nome vulgar, hábito e nome/número de coletor. O material testemunho, quando coletado fértil, foi depositado no herbário Delta do Parnaíba (HDelta) do Campus Ministro Reis Velloso da Universidade Federal do Piauí.

3. Resultados e Discussão

Foram identificadas 33 espécies, pertencentes a 21 famílias botânicas (Tabela 1). As famílias mais representativas em número de espécies foram Fabaceae (10 spp.) e Rubiaceae (quatro spp.). O hábito de vida predominante foi o arbustivo.

Tabela 1. Listagem das espécies arbóreas e arbustivas de um trecho de vegetação urbana em Parnaíba, Piauí. Árv.- Árvore, Arb.- Arbusto.
Table 1. List of tree and shrub species of a stretch of urban vegetation in Parnaíba, Piauí. Tree.- Tree, Arb.- Shrub.

Família/Espécie

Nome Vulgar

Hábito

Voucher

ANACARDIACEAE

 

 

 

Schinopsis brasiliensis Engl.

Braúna

Árv.

-

APOCYNACEAE

 

 

 

Tabernaemontana catharinensis A.DC.

-

Arb.

Aguiar, D.S., 23

ASTERACEAE

 

 

 

Blainvillea bahiensis (DC) Baker

-

Arb.

Aguiar, D.S., 22

BIGNONIACEAE

 

 

 

Anemopaegma laeve DC.

Cipó-de-boi

Arb.

Aguiar, D.S., 01

BIXACEAE

 

 

 

Cochlospermum vitifolium (Willd.) Spreng.

Algodão bravo

Arb.

Araújo, J., 26

BORAGINACEAE

 

 

 

Cordia piauhiensis Fresen.

Grão de galo

Arb.

Aguiar, D.S.,04

Varronia leucomalloides (Taroda) J.S.Mill.

 

Arb.

Araújo, J., 06

CELASTRACEAE

 

 

 

Maytenus truncada (Nees) Reissek.

Coquinho

Arb.

Araújo,J., 08

COMBRETACEAE

 

 

 

Combretum leprosum Mart.

Mofumbo

Arb.

Aguiar,D.S., 13

FABACEAE

 

 

 

Bauhinia longifolia (Bong.) Steud.

Mororó

Arb.

Aguiar,D.S., 16

Poincianella gardneriana (Tul.) L.P.Queiroz.

Catingueira

Árv.

Araújo, J., 03

Hymenaea courbaril L.

Jatobá

Árv.

Araújo, J., 22

Mimosa caesalpiniifolia Benth.

Sabiá

Árb.

Araújo,J., 21

Piptadenia stipulacea (Benth) Duck.

Jurema branca

Árv.

Sousa,D.S., 03

Pityrocarpa moniliformis (Benth) Luckow&R.W Jobson.

Catanduva

Arb.

Araújo,J., 29

Schizolobium parahyba (Vell.) Blake.

 

Arb.

Araújo,J., 02

Senna cearensis Afr.Fern.

 

Arb.

Aguiar,D.S., 25

Senna macranthera (DC. ex Collad.) H.S.Irwin&Barneby.

 

Arb.

Araújo,J., 27

Senna pendula (Humb. &Bonpl. ex Willd.) H.S.Irwin&Barneby

-

Arb.

 

LAMIACEAE

 

 

 

Amasonia campestris (Aubl.) Moldenke.

-

Arb.

Aguiar, D.S., 11

 

MALPIGHIACEAE

 

 

 

Byrsonima laevis Nied.

Murici

Árv.

Araújo, J., 19

Heteropterys umbellata A. Juss.

-

Arb.

Araújo, J., 05

MALVACEAE

 

 

 

Helicteres andersonii Cristóbal

Vermelhinha

Arb.

Araújo, J., 07

MYRTACEAE

 

 

 

Campomanesia pubescens (Mart. ex DC.) O.Berg.

Guabiraba

Arb.

Aguiar,D.S.,10

Eugenia mansoi O.Berg.

-

Arb.

Sousa,D.S., 02

OCHNACEAE

 

 

 

Ouratea spectabilis (Mart.) Engl

Batiputá

 

Sousa,D.S.,01

OLACACEAE

 

 

 

Ximenia americana L.

Ameixa

Arb.

 

OPILIACEAE

 

 

 

Agonandra brasiliensis Miers ex Benth&Hook. F.

Pau marfim

Árv.

Araújo, J., 13

RHAMNACEAE

 

 

 

Scutia buxifolia Reissek.

-

Arb.

Aguiar,D.S., 05

RUBIACEAE

 

 

 

Chiococca alba (L) Hiltchc.

-

Arb.

Aguiar,D.S., 21

Coutarea hexandra (Jacq) K. Schum.

Quina

Arb.

Araújo,J., 20

Guettarda angelica Mart. ex Mull.Arg.

-

Arb.

Araújo,J., 09

Guettarda platypoda DC.

-

Árv.

Araújo,J., 23

RUTACEAE

 

 

 

Sigmatanthus trifoliatus Huber ex. Emmerich.

-

Arb.

Aguiar,D.S.,12

SAPOTACEAE

 

 

 

Manilkara triflora (Allemão)Monach.

Massaranduba

Árv.

Aguiar,D.S., 17

TRIGONIACEAE

 

 

 

Trigonia nivea Cambess.

Folha branca

Arb.

Araújo,J.,04

Os caracteres vegetativos analisados nas plantas foram observados com base na filotaxia, folhas simples ou compostas, presença ou ausência de estípulas e a morfologia foliar (base, bordo, ápice e forma do limbo), como podem ser verificados na chave a seguir.

Chave de identificação de caracteres vegetativos de plantas arbóreo-arbustivas de
um trecho na zona urbana, Carpina, Parnaíba, Piauí

1. Arbusto...................................................................................................................................2

1. Árvore...................................................................................................................................21

2. Folhas simples.........................................................................................................................3

2. Folhas compostas, paripenada, recomposta..........................................................................15

3. Folhas oposta dística ou oposta cruzada, verticilada............................................................4

3. Folhas alternas.......................................................................................................................11

4. Folha com pontuações translúcidas..................................................................MYRTACEAE

4. Folha sem pontuações translúcidas....................................................................LAMIACEAE

5. Planta com espinhos..........................................................................................OLACACEAE

5. Planta sem espinhos................................................................................................................6

6. Estípulas interpeciolares presentes...................................................................RUBIACEAE

6. Estípulas interpeciolares ausentes...........................................................................................7

7. Lâmina ovada com bordo ondulado...........................................................CELASTRACEAE

7. Lâmina elíptica ou deltoide, bordo inteiro ou crenado...........................................................8

8. Lâmina deltoide, bordo crenado....................................................................ASTERACEAE

8. Lâmina elíptica, bordo inteiro .................................................................................................9

9. Lâmina foliar glabra................................................................................ COMBRETACEAE

9. Lamina foliar pilosa..............................................................................................................10

10.  Folha oposta cruzada, Ápice acuminado..............................................MALPIGHIACEAE

10. Folha oposta simples, ápice mucronado....................................................TRIGONIACEAE

11. Lâmina foliar bilobada...............................................FABACEAE CAESALPINIOIDEAE

11. Lâmina foliar palmatilobado..............................................................................BIXACEAE

12. Lâmina foliar glabra......................................................................................OCHNACEAE

12. Lâmina foliar Lisa, pilosa...................................................................................................13

13. Presença de estípulas, lâmina ovada............................................................MALVACEAE

13. Ausência de estípulas, lâmina elíptica................................................................................14

14. Planta lactescente....................................................................................APOCYNACEAE

14. Planta não lactescente........................................................................... BORAGINACEAE

15. Presença de estípulas...........................................................................................................16

15. Ausência de estípulas .........................................................................................................19

16. Glândulas translúcidas presentes................................................................... MYRTACEAE

16. Glândulas translúcidas ausentes..........................................................................................17

17. Lâmina foliar simples, filotaxia oposta........................................................... RUBIACEAE

17. Lâmina foliar composta, filotaxia alterna..........................................................................18

18. Folha composta..........................................................FABACEAE CAESALPINIOIDEAE

18. Folha recomposta.................................................................FABACEAE MIMOSOIDEAE

19. Lâmina glabra, glândulas translúcidas presentes...............................................RUTACEAE

19. Lâmina com tricomas, glândulas translúcidas ausentes......................................................20

20. Filotaxia oposta ...................................................................................... RHAMNACEAE

20. Filotaxia oposta dística ........................................................................MALPIGHIACEAE

21. Folha simples.....................................................................................................................22

21. Folha composta bifoliolada, bicomposta............................................................................23

22. Folha alterna, lâmina obovada, látex presente.............................................SAPOTACEAE

22. Folha oposta, lâmina elíptica, látex ausente........................................................................24

23. Estípulas interpeciolares presentes...................................................................RUBIACEAE

23. Estípulas interpeciolares ausentes.........................................................COMBRETACEAE

24. Filotaxia alterna...................................................................................................................24

24. Filotaxia oposta...................................................................................................................25

25. Folha trifoliolada, estípulas ausentes...............................................................OPILIACEAE

25. Folha composta, paripenada, recomposta, estípulas presentes ..........................................26

26. Folha composta paripenada.......................................FABACEAE CAESALPINIOIDEAE

26. Folha composta recomposta...............................................FABACEAE MIMOSOIDEAE

27. Estípulas gavinhas presentes, lâmina glabra............................................BIGNONIACEAE

27. Estípulas e gavinhas ausentes, lâmina pilosa....................................... ANACARDIACEAE

A dimensão desta chave de identificação é local e sua utilização em outras áreas pode levar a erros de identificação, já que a variação florística pode variar em diferentes regiões (BRADSHAW, 1965). Mantovani et al. (1985) observaram que os caracteres vegetativos possuem uma maior variação quando comparados com os reprodutivos, sugerindo assim que, para uma identificação segura, torna-se prudente analisar ramos adultos com pouca variação para melhor eficiência da chave, procedimento seguido neste estudo.

Keller (1994) comenta que é quase impossível identificar uma espécie de planta se não for por meio de flores ou frutos, mas quando se trata de uma escala pantropical, em áreas restritas, o uso de uma chave vegetativa torna-se perfeitamente possível. Outro aspecto que vale lembrar é que não se pode obter material florido em campo durante todo o ano, assim, a identificação por caracteres morfológicos vegetativos torna-se importante.

4. Conclusão

A chave de identificação foi construída com intuito de fornecer um instrumento para as famílias nativas da área estudada baseando-se apenas em material vegetativo, um meio eficaz para estudos envolvendo identificações em campo, principalmente de árvores e arbustos. Entretanto, vale a pena salientar que este perfil de chave apresenta uma série de limitações e, para utilizá-la, é necessário, na maioria das vezes, se fazer observação de características como pilosidade e presença de glândulas, presença de látex, ramificação, entre outras. Portanto, espera-se que a chave possa ser utilizada para a identificação das famílias de plantas e contribuir para estudos mais completos e abrangentes na área de morfologia e/ou taxonomia vegetal.

Referências bibliográficas

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1. Universidade Federal do Piauí-UFPI/Campus Ministro Reis Velloso-CMRV, Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas.

2. Universidade Federal do Piauí-UFPI/Campus Ministro Reis Velloso-CMRV, Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas.

3. Universidade Federal do Piauí-UFPI/Campus Ministro Reis Velloso-CMRV, Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas.

4. Universidade Federal do Piauí-UFPI/Campus Ministro Reis Velloso-CMRV, Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. Autor para correspondência: jrlemos@ufpi.edu.br


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